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Professora do IFTO apresenta pesquisa sobre discriminação contra as mulheres na publicidade em programa da TV Justiça

Participação na TV

A professora abordou o tema da violência simbólica contra as mulheres e a dominação masculina contidas no conteúdo de propagandas televisivas.
publicado: 03/11/2016 00h00 última modificação: 03/11/2016 20h21
Colaboradores: Guilherme Paganotto

Representando o Instituto Federal do Tocantins (IFTO), a professora Deice Teixeira marcou presença no programa Academia, veiculado pela TV Justiça, do Supremo Tribunal Federal (STF), realizando uma participação especial no último dia 21, com divulgação para todo o Brasil. Na oportunidade, ela apresentou sua pesquisa: “A Propaganda é a alma (arbitrária) do negócio: violência simbólica e discriminação contra as mulheres na publicidade brasileira”, discutida em dissertação de mestrado em Direito, pela Universidade de Brasília (UnB), com orientação de Alejandra Pascual.

 

Deice, que é docente no Campus Gurupi, realizou o trabalho abordando o tema da violência simbólica contra as mulheres e a dominação masculina contidas no conteúdo de propagandas televisivas. Segundo ela, o objetivo foi compreender de que forma a propaganda brasileira contribui para reproduzir a discriminação contra as mulheres utilizando a violência simbólica no argumento de suas peças publicitárias.

 

“Minha participação no programa Academia foi muito gratificante. Principalmente pela oportunidade que tive de apresentar à sociedade esse tema tão relevante para o debate sobre o papel da publicidade na reprodução da discriminação contra as mulheres”, destacou Deice.

 

Para a professora, é muito importante que os conhecimentos adquiridos pelos trabalhos feitos na academia sejam repassados, a fim de contribuir com a sociedade. “As pesquisas realizadas nas universidades não devem ficar apenas nas prateleiras das bibliotecas, pois é preciso que os temas cheguem à comunidade e que esta possa, conhecendo esses temas e sua problematização, contribuir para a realização de uma sociedade mais livre, justa e solidária”, ressaltou.

 

Caso você tenha perdido, o programa já está disponível no canal programaacademiajus no Youtube, e todos podem conferir na íntegra.